Este blog destina-se aos estudos e pesquisas sobre educação, formação de professores e surdez.
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A APADA/DF estará lançando em maio de 2010 Pós-graduação na área da surdez. Contatos: 61 33468025 com Prof. Marcos de Brito Site: www.apadadf.org.br e-mail: apada@apadadf.org.br
Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização. Atividades buscam desenvolver habilidades visuais da criança. O maior desafio para quem trabalha com crianças surdas é acreditar nos bebês como diferentes e não como deficientes. É assim que pensa a fonoaudióloga escolar Sandra Refina Leite, que trabalha na Escola para Crianças Surdas (ECS) Rio Branco, em São Paulo. Para Sandra, a melhor maneira de potencializar a produtividade e o desenvolvimento dos bebês é ensinar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) desde os primeiros dias de vida. “Desde o momento em que os pais descobrem a surdez do bebê é importante procurar um especialista para que, além da própria criança poder aprender a língua dos sinais, eles também possam aprendê-la. É fundamental que a criança desenvolva habilidades visuais para se sentir incluída socialmente e quanto mais cedo ela iniciar o processo de educação, melhor”, diz. “Todos os nossos esforços são para que a criança aprenda d...
Adriana Cristina Chan-Vianna (UnB) Rosana Cipriano Jacinto (UnB) Heloisa Maria Moreira Lima Salles (UnB) O estudo investiga a situação lingüística dos surdos, tendo como hipótese de trabalho o bilingüismo cognitivo e social, e como fundamento para a constituição do objeto empírico a utilização de indicadores sócio-educacionais no âmbito da educação formal. Serão considerados instrumentos de avaliação obtidos em programa de capacitação de professores da Educação Básica. Propõe-se que a avaliação das ações dessas capacitações evidencia a necessidade de se construir o conhecimento por meio de ações conjuntas, em que a prática pedagógica incorpora a contribuição da pesquisa científica, criando por seu turno as condições para que sejam testadas as hipóteses e avaliados os resultados. Considerando a perspectiva dos professores engajados no referido programa, que atuam em diferentes estados da federação, identificam-se demandas e perfis que compõem o cenário da educação de surdos em nosso Paí...
Ensino de escrita a deficiente auditivo precisa ser revisto no Brasil, defendem linguistas. Despreparo da escola para lidar com esse aluno especial prejudica aprendizagem. Por: Célio Yano Publicado em 28/02/2011 | Atualizado em 28/02/2011 Aprender a expressar e interpretar frases em português parece tendência natural a qualquer pessoa que nasce em meio a falantes do idioma. Não para o surdo, que, desconhecedor de fonemas, tem como língua materna a comunicação por sinais – e não o português. Por isso, o processo de letramento de deficientes auditivos deve ser diferente daquele que se pratica com ouvintes. Mas as escolas brasileiras não estão preparadas para essa distinção. A consequência é o prejuízo de aprendizado de alunos surdos ao longo de toda a formação escolar. A questão foi discutida no VII Congresso Brasileiro de Linguística, realizado de 9 a 12 de fevereiro em Curitiba (PR). No evento, foram apontados modelos de ensino que poderiam minimizar as dificuldades enfrentadas por sur...
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